Alípio Rodrigues (PODE) teve 1.892 votos para deputado federal pelo Ceará em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Alípio Rodrigues (Alípio Rodrigues de Oliveira Neto) disputou 12 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Fortaleza em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para vereador em Fortaleza/CE: 6.638 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Fortaleza/CE, declarou R$ 39 mil em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), pessoal (R$ 5 mil) e serviços advocatícios (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 302 mil em 2022 e R$ 57 mil em 2020.
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A votação de Alipio Rodrigues de Oliveira Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Alípio Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Fortaleza (CE) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Ceará em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 39 mil em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Em 2022, R$ 302 mil em gastos; em 2020, R$ 57 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.