- Materiais impressosR$ 35 mil77,8%
- Serviços de terceirosR$ 8 mil17,8%
- Serviços contábeisR$ 2 mil4,4%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 3menos de 0,1%
Almir Guilherme (MDB) ficou como suplente de deputado federal pelo Ceará em 2026, com 2.384 votos, pelo resultado oficial do TSE. Almir Guilherme (Almir Antônio de Sousa) disputou 6 eleições entre 2006 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por CE: 2.384 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por CE, declarou R$ 190 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2024 e R$ 3 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Almir Antonio de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Almir Guilherme declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006, 2010 e 2014, vereador em Fortaleza (CE) em 2016 e 2024, e deputado federal por Ceará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 190 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil); R$ 45 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 10 mil em gastos; em 2016, 73% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.