- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3,1 milhões31,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2,5 milhões25,4%
- Serviços advocatíciosR$ 1,7 milhão17,2%
- Transporte ou deslocamentoR$ 603 mil6,1%
- Outras 15 categoriasR$ 2 milhões19,8%
Governador do Ceará · 1º turno
99,90% das urnas do Ceará apuradas às 22h42 (TSE)
2.497.054 votos (46,23% dos válidos)
2º lugar até agora, entre 8 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Ciro Gomes (Ciro Ferreira Gomes) disputou 8 eleições entre 1982 e 2022, para presidente, deputado federal, governador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2006; governador em 1990; deputado estadual em 1986. A maior votação foi em 2018, para presidente: 13.344.371 votos. Em 2026, concorre a governador por CE pelo PSDB. Na campanha de 2026 para governador por CE, declarou R$ 11,5 milhões em receitas: R$ 7,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4,2 milhões de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9,9 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3,1 milhões), impulsionamento de conteúdos (R$ 2,5 milhões) e serviços advocatícios (R$ 1,7 milhão). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 36 milhões em 2022 (40% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 24,4 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ciro Ferreira Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ciro Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Ceará em 2006, presidente em 2018 e 2022, e governador por Ceará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 11,5 milhões em receitas: R$ 7,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4,2 milhões de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9,9 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3,1 milhões) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2,5 milhões); R$ 9,3 milhões já foram pagos. Em 2022, 40% dos R$ 36 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2018, 43% dos R$ 24,4 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.