- Combustíveis e lubrificantesR$ 55 mil60,6%
- Materiais impressosR$ 36 mil39,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antonio Armando (Antônio Armando Amaral de Castro) disputou 7 eleições entre 1994 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Marituba em 2004 e 2000; deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PA: 22.565 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Marituba/PA, declarou R$ 290 mil em receitas: R$ 190 mil de doações privadas (32 doadores), R$ 95 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 74 mil, 54% com publicidade por carros de som.
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A votação de Antonio Armando Amaral de Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Antonio Armando declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Pará em 2010, e prefeito em Marituba (PA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 290 mil em receitas: R$ 190 mil de doações privadas (32 doadores), R$ 95 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil). Em 2010, 54% dos R$ 74 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.