5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PMDB
61 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Martins (José Martins de Melo Filho) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Jacundá em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Jacundá/PA: 12.100 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Jacundá/PA, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 288 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 299 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 64 mil), serviços de terceiros (R$ 55 mil) e publicidade por carros de som (R$ 34 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2012 (89% com publicidade por materiais impressos) e R$ 17 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
12.100 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições
A votação de José Martins de Melo Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 299 mil em receitas · R$ 299 mil em gastos contratados
Zé Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Jacundá (PA) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 288 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 299 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 64 mil) e serviços de terceiros (R$ 55 mil). Em 2012, 89% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 17 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 299 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 299 milcontratados
Gastos em 2012R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil44,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.