- Materiais impressosR$ 228 mil15,3%
- PessoalR$ 98 mil6,6%
- Serviços de terceirosR$ 83 mil5,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 80 mil5,4%
- Locação de imóveisR$ 27 mil1,8%
- Outras 17 categoriasR$ 968 mil65,3%
Zenaldo Coutinho (Zenaldo Rodrigues Coutinho Júnior) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Belém em 2016 e 2012; deputado federal em 2010, 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Belém/PA: 438.435 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Belém/PA, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 973 mil de doações privadas (864 doadores) e R$ 54 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 700 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 228 mil) e pessoal (R$ 98 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,1 milhões em 2012 (64% com baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 1,1 milhão em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Zenaldo Rodrigues Coutinho Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zenaldo Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pará em 2006 e 2010, e prefeito em Belém (PA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 973 mil de doações privadas (864 doadores) e R$ 54 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 700 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 228 mil). Em 2012, 64% dos R$ 2,1 milhões em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.