Professor Jorginho

Foto de Jorge Ferreira Mendes
Professor Jorginho
Jorge Ferreira Mendes (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2016 · último partido SD
73 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Jorginho (Jorge Ferreira Mendes) disputou 8 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MS: 266 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Iguatemi/MS, declarou R$ 380 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 380, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 380). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2010 (48% com pessoal) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

63 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Jorge Ferreira Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 380 em receitas · R$ 380 em gastos contratados

Professor Jorginho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Iguatemi (MS) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 380 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 380, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 380). Em 2010, 48% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 380campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 380contratados
Gastos em 2010R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2012Vereador, Iguatemi (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 380
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 380
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 380100,0%
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil47,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil13,1%
  • Materiais impressosR$ 7267,4%
  • Locação de imóveisR$ 3503,5%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil28,3%
2008Vereador, Iguatemi (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 60037,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 40025,3%
  • PessoalR$ 35022,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 23214,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892