- PessoalR$ 53 mil51,1%
- Materiais impressosR$ 3 mil3,3%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil45,6%
Dr. Vilson B. Melo (Vilson Bernardes de Melo) disputou 4 eleições entre 1998 e 2006, para deputado estadual, prefeito e 2º suplente senador. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Aparecida do Tabuado em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MS: 7.667 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por MS, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 61 mil de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com pessoal (R$ 53 mil), publicidade por carros de som (R$ 13 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vilson Bernardes de Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Vilson B. Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 61 mil de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com pessoal (R$ 53 mil) e publicidade por carros de som (R$ 13 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.