Wellington Vieira

Foto de Wellington Antônio Vieira
Wellington Vieira
Wellington Antônio Vieira (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PHS
55 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Assistente Social

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Wellington Vieira (Wellington Antônio Vieira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 11.492 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 16 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 61 mil em 2014 (44% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 56 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

770 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Wellington Antônio Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 16 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Wellington Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2012, e deputado federal por Minas Gerais em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 16 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2014, 44% dos R$ 61 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas; em 2012, 60% dos R$ 56 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 61 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil50,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil18,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil16,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil8,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 9766,6%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
7 doadores pessoas físicas
partido 11% · pessoas 9% · empresas 45% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 27 mil44,0%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil32,3%
  • Materiais impressosR$ 6 mil10,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil6,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil7,0%
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 76% · pessoas 9% · empresas 8% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 56 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 34 mil60,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil28,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil8,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil1,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 6471,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892