- Serviços contábeisR$ 2 mil54,3%
- Materiais impressosR$ 76027,5%
- Serviços advocatíciosR$ 50018,1%
Professor Luisinho (Luiz Antônio Batista) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MG: 826 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Jacuí/MG, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 760) e serviços advocatícios (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 488 em 2016 (86% com serviços de terceiros) e R$ 5 mil em 2014.
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A votação de Luiz Antonio Batista em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Luisinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, prefeito em São Sebastião do Paraíso (MG) em 2008, deputado federal por Minas Gerais em 2014, vereador em São José da Barra (MG) em 2016, e prefeito em Jacuí (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 760). Em 2016, 86% dos R$ 488 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 79% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.