Denilson Martins

Foto de Denilson Aparecido Martins
Denilson Martins
Denilson Aparecido Martins (nome civil)
13 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PT
53 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Denilson Martins (Denilson Aparecido Martins) disputou 13 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado estadual, vereador, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santa Luzia em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 28.235 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Santa Luzia/MG, declarou R$ 500 mil em receitas: R$ 479 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 717 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 124 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 110 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 100 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2022 (62% com publicidade por adesivos) e R$ 244 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

3.756 votos em 2024 · 13 eleições

A votação de Denilson Aparecido Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 500 mil em receitas · R$ 717 mil em gastos contratados

Denilson Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, 2014, 2018 e 2022, vereador em Belo Horizonte (MG) em 2016, e prefeito em Santa Luzia (MG) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 500 mil em receitas: R$ 479 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 717 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 124 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 110 mil). Em 2022, 62% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2020, R$ 244 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 500 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 717 milcontratados
Gastos em 2022R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Santa Luzia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 500 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 96% · pessoas 4% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 717 mil
pago: R$ 482 mil (67%)
  • Serviços de terceirosR$ 124 mil17,2%
  • Materiais impressosR$ 110 mil15,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 100 mil13,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 70 mil9,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 126 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 314 mil43,8%
2022Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil61,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil38,2%
2020Prefeito, Santa Luzia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 210 mil
sem doações de pessoas
FEFC 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 244 mil
pago: R$ 199 mil (82%)
  • Serviços advocatíciosR$ 54 mil22,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 41 mil16,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 35 mil14,3%
  • Materiais impressosR$ 29 mil11,9%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 85 mil34,8%
Ver as 5 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 103 mil
15 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 57% · partido e outras campanhas 15% · pessoas 18% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 73 mil
pago: R$ 65 mil (89%)
  • Materiais impressosR$ 41 mil56,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil13,8%
  • PessoalR$ 8 mil10,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 7 mil9,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil8,7%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 77 mil
42 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 5% · pessoas 79% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 77 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil27,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil16,0%
  • PessoalR$ 12 mil15,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil10,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 881 lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil30,3%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 172 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 50% · empresas 27% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 172 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 77 mil44,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 26 mil15,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 18 mil10,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil9,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 35 mil20,1%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 36% · empresas 45% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 88 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil21,1%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil6,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil3,4%
  • PessoalR$ 2 mil2,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 585 lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil66,7%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 55% · empresas 11% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil59,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil13,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil11,7%
  • Despesas postaisR$ 1 mil6,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil8,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

13 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892