12 eleições entre 1970 e 2022 · último partido PODE
78 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Senador
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alvaro Dias (Álvaro Fernandes Dias) disputou 12 eleições entre 1970 e 2022, para senador, presidente, governador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: senador em 2014, 2006, 1998 e 1982; governador em 1986; deputado federal em 1978 e 1974; deputado estadual em 1970. A maior votação foi em 2014, para senador por PR: 4.101.848 votos. No Senado Federal, teve R$ 163,7 milhões empenhados em 89 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 208 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para senador por PR, declarou R$ 5,1 milhões em receitas: R$ 4,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 201 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 440 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 800 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 729 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 649 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5,8 milhões em 2018 (79% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 2,9 milhões em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
1.396.089 votos em 2022 · 12 eleições
A votação de Alvaro Fernandes Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 5,1 milhões em receitas · R$ 5 milhões em gastos
Alvaro Dias declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Paraná em 2006, 2014 e 2022, e presidente em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5,1 milhões em receitas: R$ 4,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 201 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 440 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 800 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 729 mil). Em 2018, 79% dos R$ 5,8 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, R$ 2,9 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 5,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 5,8 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 20% · empresas 67% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 187 mil12,3%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 176 mil11,5%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 175 mil11,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 143 mil9,4%
Outras 20 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 842 mil55,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 163,7 milhões empenhados · 94% pago · 89 emendas em 208 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
No Senado Federal, Alvaro Dias teve R$ 163,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 89 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 208 municípios. Já foram pagos R$ 153,1 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Curitiba, Farol e Londrina. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 109 milhões em 46 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,7 milhões em 43 emendas.2
EmpenhadoR$ 163,7 milhõesorçamentos de 2016 a 2023
PagoR$ 153,1 milhões94% do empenhado, com restos a pagar
Emendas89individuais
Municípios208diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2023
R$ 58,7 milhões
R$ 58,5 milhões
99%
9
51
2022
R$ 18,4 milhões
R$ 17,9 milhões
97%
10
49
2021
R$ 16,2 milhões
R$ 13,4 milhões
82%
11
29
2020
R$ 15,5 milhões
R$ 14,1 milhões
91%
15
54
Legislatura 2019 a 2022
R$ 108,8 milhões
R$ 103,9 milhões
95%
45
132
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
1SaúdeR$ 54,7 milhões50,2%
2Encargos EspeciaisR$ 29,3 milhões26,9%
3Assistência SocialR$ 10,6 milhões9,7%
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
1CuritibaR$ 2,8 milhões2,5%
2FarolR$ 2,5 milhões2,3%
3LondrinaR$ 2,4 milhões2,2%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
12 candidaturas · eleito em 1998, 2006 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Senador · 2022NÃO ELEITO1.396.089GPR · 78 anos · Branca · Superior completo · Senador · PODE · nº 190 · ver resultado completo
Governador · 20022º turnoNÃO ELEITO2.180.922GPR · 58 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Governador · 20021º turnoAO 2º TURNO1.616.047GPR · 58 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Governador · 1994NÃO ELEITO1.455.648GPR · 50 anos · Superior completo · Agropecuarista · PP · nº 391 · ver resultado completo
Governador · 1986ELEITO2.347.795GPR · 42 anos · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Senador · 1982ELEITO1.668.495GPR · 38 anos · PMDB · ver resultado completo
Deputado Federal · 1978ELEITO127.903GPR · 34 anos · MDB · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1974ELEITO175.434GPR · 30 anos · MDB · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Estadual · 1970ELEITO14.341GPR · 26 anos · MDB · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.