Elias da Ong

Foto de Elias Ferraz Lacerda
Elias da Ong
Elias Ferraz Lacerda (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PT
67 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Trabalhador de Construção Civil

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Elias da Ong (Elias Ferraz Lacerda) disputou 5 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Rubim/MG: 186 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Rubim/MG, declarou R$ 312 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 312, principalmente com pessoal (R$ 150), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 150) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 407.

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Evolução da votação nas eleições

47 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Elias Ferraz Lacerda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 312 em receitas · R$ 312 em gastos contratados

Elias da Ong declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rubim (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 312 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 312, principalmente com pessoal (R$ 150) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 150). Em 2008, R$ 407 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 312campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 312contratados
Gastos em 2008R$ 407contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Rubim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 312
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 312
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 15048,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 15048,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 123,7%
2008Vereador, Rubim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 408
doações de pessoas
pessoas 37% · empresas 14% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 407
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15036,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 6816,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6014,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 5012,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 7919,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892