Valdemir Diogenes da Silva

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Valdemir Diogenes da Silva
5 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PL
52 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Tepira (Valdemir Diógenes da Silva) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Rio Paranaíba em 2020 e 2016; vice-prefeito de Rio Paranaíba em 2004; vereador de Rio Paranaíba em 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Rio Paranaíba/MG: 4.984 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Rio Paranaíba/MG, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 110 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 113 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 46 mil), publicidade por adesivos (R$ 22 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil).

Evolução da votação nas eleições

A votação de Valdemir Diogenes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Candidaturas (5)

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Valdemir Diogenes da Silva (Tepira): candidaturas e votos · Radar do Voto