Francisco de Assis de Moraes Souza

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Francisco de Assis de Moraes Souza
9 eleições entre 1986 e 2020 · último partido DEM
78 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
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Mão Santa (Francisco de Assis de Moraes Souza) disputou 9 eleições entre 1986 e 2020, para prefeito, governador, senador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Parnaíba em 2020 e 2016; senador em 2002. A maior votação foi em 2002, para senador por PI: 664.600 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Parnaíba/PI, declarou R$ 678 mil em receitas: R$ 592 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 82 mil de doações privadas (47 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 609 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 235 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 151 mil) e publicidade por adesivos (R$ 101 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 109 mil em 2016 e R$ 223 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

52.075 votos em 2020 (eleito) · 9 eleições

A votação de Francisco de Assis de Moraes Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorSenadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 678 mil em receitas · R$ 609 mil em gastos

Mão Santa declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: governador por Piauí em 2006 e 2014, senador por Piauí em 2010, e prefeito em Parnaíba (PI) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 678 mil em receitas: R$ 592 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 82 mil de doações privadas (47 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 609 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 235 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 151 mil). Em 2016, R$ 109 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 223 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 678 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 609 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 109 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Parnaíba (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 678 mil
47 doadores pessoas físicas
FEFC 87% · pessoas 12% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 609 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 151 mil24,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 459 mil75,2%
2016Prefeito, Parnaíba (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
95 doadores pessoas físicas
pessoas 76% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 109 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil38,3%
  • Materiais impressosR$ 8 mil7,3%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil0,9%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar"R$ 58 mil53,4%
2014Governador, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 223 mil
30 doadores pessoas físicas
pessoas 71% · empresas 5% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 223 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 66 mil29,5%
  • Serviços de terceirosR$ 36 mil16,2%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil2,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 115 mil51,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Parnaíba (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 399 mil
376 doadores pessoas físicas
partido 10% · pessoas 56% · empresas 32% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 206 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil12,1%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil3,9%
  • Materiais impressosR$ 7 mil3,3%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 269 lançados como "diversas a especificar"R$ 167 mil80,8%
2010Senador, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 735 mil
41 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 15% · empresas 17% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 735 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 209 mil28,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil0,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 105 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 522 mil71,1%
2006Governador, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 461 mil
19 doadores pessoas físicas
pessoas 22% · empresas 78% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 461 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 135 mil29,4%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil0,6%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 323 mil70,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2002, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Francisco de Assis de Moraes Souza (Mão Santa): candidaturas e votos · Radar do Voto