Celso Barros Coelho

Celso Barros Coelho
8 eleições entre 1962 e 2006 · último partido PMDB
84 anos em 2006 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Celso Barros (Celso Barros Coêlho) disputou 8 eleições entre 1962 e 2006, para deputado federal, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1974; deputado estadual em 1962. A maior votação foi em 1994, para senador por PI: 203.132 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por PI, declarou R$ 54 mil em receitas: R$ 25 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil).

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Evolução da votação nas eleições

14.075 votos em 2006 · 8 eleições

A votação de Celso Barros Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 54 mil em receitas · R$ 53 mil em gastos contratados

Celso Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Piauí em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 54 mil em receitas: R$ 25 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil).

Receitas em 2006R$ 54 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 53 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado federal, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 54 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 46% · empresas 30% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 53 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 26 mil48,5%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil12,4%
  • PessoalR$ 2000,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil38,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1962 e 1974

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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