- Materiais impressosR$ 458 mil33,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 101 mil7,4%
- Serviços de terceirosR$ 50 mil3,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 41 mil3,1%
- PessoalR$ 18 mil1,3%
- Outras 13 categoriasR$ 684 mil50,6%
Átila Lira (Átila Freitas Lira) disputou 9 eleições entre 1986 e 2018, para deputado federal e governador. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2018, 2014, 2010, 2006, 2002, 1998, 1990 e 1986. A maior votação foi em 1994, para governador por PI: 487.635 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 257,6 milhões empenhados em 75 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 152 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por PI, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 458 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 210 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 207 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2014 e R$ 733 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Átila Freitas Lira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Átila Lira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Piauí em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 458 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 210 mil). Em 2014, R$ 1,1 milhão em gastos contratados; em 2010, 52% dos R$ 733 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Átila Lira teve R$ 257,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 75 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 152 municípios. Já foram pagos R$ 235,7 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Teresina, Batalha e Lagoa do Sítio. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 121,9 milhões em 16 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 81,9 milhões em 32 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 53,8 milhões em 27 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 38,9 milhões | R$ 30,2 milhões | 78% | 4 | 50 |
| 2025 | R$ 45,1 milhões | R$ 36,4 milhões | 81% | 6 | 55 |
| 2024 | R$ 37,5 milhões | R$ 37,5 milhões | 100% | 6 | 38 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 121,5 milhões | R$ 104,1 milhões | 86% | 16 | 84 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.