36 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rafael Góis (Rafael Góis Silva Xavier) disputou 2 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em São Gonçalo do Sapucaí/MG: 4.470 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em São Gonçalo do Sapucaí/MG, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 38 mil), comícios (R$ 11 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 11 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
4.470 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições
A votação de Rafael Góis Silva Xavier em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 107 mil em receitas · R$ 107 mil em gastos contratados
Rafael Góis declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Gonçalo do Sapucaí (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 38 mil) e comícios (R$ 11 mil).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 11 mil10,2%
Materiais impressosR$ 8 mil7,3%
Outras 11 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 40 mil37,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO4.470LSão Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais · 36 anos · Branca · Ensino fundamental incompleto · Empresário · PRB · nº 10 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vereador · 200040não eleitoLPouso Alegre, Minas Gerais · 20 anos · Superior completo · Técnico de Eletricidade, Eletrônica e Telecomunicações · PL · nº 22555 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.