- Militância e mobilização de ruaR$ 37 mil35,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil24,0%
- Locação de imóveisR$ 20 mil19,3%
- Materiais impressosR$ 16 mil15,1%
- Outras 2 categoriasR$ 6 mil6,2%
Mauro Tramonte (Mauro Henrique Tramonte) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022 e 2018; vereador de Poços de Caldas em 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 516.390 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por MG pelo REPUBLICANOS. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 80,2 milhões em 538 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 114 municípios; 62% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 313 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 283 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 25 mil) e locação de imóveis (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 12,8 milhões em 2024 e R$ 470 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauro Henrique Tramonte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mauro Tramonte declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 313 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 283 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 25 mil); R$ 69 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 12,8 milhões em gastos; em 2022, R$ 470 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Mauro Tramonte indicou R$ 80,2 milhões em 538 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 114 municípios. Até a coleta na fonte, 62% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Fundo Estadual de Saúde (48%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Belo Horizonte, Poços de Caldas e Contagem. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 69,8 milhões em 452 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,4 milhões em 86 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 26,5 milhões | R$ 0 | 0% | 159 | 75 |
| 2025 | R$ 24,1 milhões | R$ 23,2 milhões | 96% | 155 | 71 |
| 2024 | R$ 17,6 milhões | R$ 16,7 milhões | 95% | 116 | 48 |
| 2023 | R$ 1,6 milhão | R$ 1,6 milhão | 100% | 22 | 18 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 69,8 milhões | R$ 41,5 milhões | 59% | 452 | 112 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.