- PessoalR$ 12 mil13,5%
- Materiais impressosR$ 8 mil8,9%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil1,2%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 70 mil76,4%
Dra. Raulina Maria Adissi (Raulina Maria Ferreira Adissi) disputou 3 eleições entre 2000 e 2006, para deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Poços de Caldas em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por MG: 12.401 votos. Na campanha de 2006 para deputada federal por MG, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 23 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil) e pessoal (R$ 12 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Raulina Maria Ferreira Adissi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dra. Raulina Maria Adissi declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Minas Gerais em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 23 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.