Marcos Vendedor

Foto de Marcos Geraldo da Silva
Marcos Vendedor
Marcos Geraldo da Silva (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSC
55 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico em Agronomia e Agrimensura

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Vendedor (Marcos Geraldo da Silva) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Pedro Leopoldo/MG: 167 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pedro Leopoldo/MG, declarou R$ 491 em receitas: R$ 230 de outras campanhas e R$ 262 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 491, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 469), encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12) e publicidade por adesivos (R$ 11). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 997 em 2012 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 622 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

116 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Marcos Geraldo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 491 em receitas · R$ 491 em gastos contratados

Marcos Vendedor declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Pedro Leopoldo (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 491 em receitas: R$ 230 de outras campanhas e R$ 262 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 491, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 469) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Em 2012, 47% dos R$ 997 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 622 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 491campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 491contratados
Gastos em 2012R$ 997contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Pedro Leopoldo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 491
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 47% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 491
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 46995,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 122,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 112,3%
2012Vereador, Pedro Leopoldo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 43% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 997
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 47047,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 34734,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15615,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 141,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 101,0%
2008Vereador, Pedro Leopoldo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 623
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · empresas menos de 1% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 622
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 19731,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 579,1%
  • Materiais de expedienteR$ 569,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 31250,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892