8 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PSDB
64 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Cesar (Paulo César de Freitas) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Nova Serrana em 2008 e 1996; deputado estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 47.428 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Nova Serrana/MG, declarou R$ 240 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 210 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 240 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 81 mil), pessoal (R$ 45 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 119 mil em 2012 (49% com serviços de terceiros) e R$ 297 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
12.906 votos em 2016 (anulados) · 8 eleições
A votação de Paulo Cezar de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 240 mil em receitas · R$ 240 mil em gastos contratados
Paulo Cesar declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, e prefeito em Nova Serrana (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 240 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 210 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 240 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 81 mil) e pessoal (R$ 45 mil). Em 2012, 49% dos R$ 119 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, R$ 297 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 240 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 240 milcontratados
Gastos em 2012R$ 119 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24 mil8,4%
Outras 8 categoriasR$ 103 mil36,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO12.906LNova Serrana, Minas Gerais · 64 anos · Branca · Ensino médio completo · Empresário · PSDB · nº 45 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO7.381LNova Serrana, Minas Gerais · 44 anos · Ensino fundamental completo · Industrial · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE20.831GMG · 42 anos · Ensino fundamental incompleto · Industrial · PMDB · nº 15199 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.