Otavio

Foto de Otavio Gonçalves Freitas
Otavio
Otavio Gonçalves Freitas (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PPS
44 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Otavio (Otávio Gonçalves Freitas) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeito, deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Nova Lima em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 5.719 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MG, declarou R$ 97 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 66 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 97 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 63% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

5.719 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Otavio Gonçalves Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 97 mil em receitas · R$ 97 mil em gastos contratados

Otavio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Nova Lima (MG) em 2008, e deputado federal por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 97 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 66 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 97 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Em 2008, 63% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 97 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 97 milcontratados
Gastos em 2008R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 97 mil
35 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 68% · empresas 1% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 97 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil29,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil10,6%
  • Materiais impressosR$ 7 mil7,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil5,5%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 121 lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil47,5%
2008Prefeito, Nova Lima (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 60% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil63,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil25,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1803,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1252,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 3916,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892