Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Soldado Flávio de Almeida (Flávio de Almeida) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Nova Lima em 2016, 2012 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 8.716 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Nova Lima/MG, declarou R$ 169 mil em receitas: R$ 141 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 41 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços advocatícios (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 109 mil em 2016 (62% com pessoal) e R$ 33 mil em 2012.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
1.906 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Flávio de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 169 mil em receitas · R$ 123 mil em gastos
Soldado Flávio de Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Nova Lima (MG) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e prefeito em Nova Lima (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 169 mil em receitas: R$ 141 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 41 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Em 2016, 62% dos R$ 109 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 48% dos R$ 33 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 169 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 123 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 109 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 26% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil28,4%
Materiais impressosR$ 3 mil13,8%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil10,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil7,7%
Outras 2 categoriasR$ 8 mil39,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO797LNova Lima, Minas Gerais · 33 anos · Ensino fundamental incompleto · Militar em Geral · PL · nº 22333 · ver resultado completo
Coligação: PT do B / PL
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.