Segundo o Radar do Voto, Vitor Penido (PL) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 6.379 votos, pelo resultado oficial do TSE. Vitor Penido (Vitor Penido de Barros) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito e vice-governador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Nova Lima em 2016, 2000 e 1996; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 79.265 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 499 mil em receitas: R$ 490 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 233 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 73 mil), pessoal (R$ 33 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 32 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 957 mil em 2016 e R$ 1,3 milhão em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
6.379 votos em 2026 · 10 eleições
A votação de Vitor Penido de Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 499 mil em receitas · R$ 233 mil em gastos contratados
Vitor Penido declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2026, e prefeito em Nova Lima (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 499 mil em receitas: R$ 490 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 233 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 73 mil) e pessoal (R$ 33 mil); R$ 229 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 957 mil em gastos contratados; em 2014, 60% dos R$ 1,3 milhão em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 499 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 233 milcontratados, parcial; R$ 229 mil pagos
Gastos em 2016R$ 957 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 1% · pessoas menos de 1% · empresas 93% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 429 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 138 mil32,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 70 mil16,3%
PessoalR$ 48 mil11,3%
Locação/cessão de bens móveisR$ 36 mil8,5%
Outras 12 categoriasR$ 137 mil31,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996ELEITO15.963LNova Lima, Minas Gerais · 54 anos · Superior completo · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Vice-Governador · 1994—GMG · 52 anos · Superior completo · PFL · nº 255 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.