Paulo Gustavo Dias Lopes

Foto de Paulo Gustavo Dias Lopes
Paulo Gustavo Dias Lopes
9 eleições entre 1996 e 2024 · último partido AVANTE
61 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Produtor Agropecuário
redes informadas ao TSE
Comparar

Paulo Lopes (Paulo Gustavo Dias Lopes) disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Montes Claros em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por MG: 41.230 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Montes Claros/MG, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 11 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2018 (74% com publicidade por adesivos) e R$ 60 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

714 votos em 2024 · 9 eleições

A votação de Paulo Gustavo Dias Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 39 mil em receitas · R$ 39 mil em gastos

Paulo Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2018, e vereador em Montes Claros (MG) em 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 11 mil). Em 2018, 74% dos R$ 5 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, 41% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2024R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 39 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Montes Claros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 8% · pessoas 70% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 39 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 19 mil48,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil28,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil10,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil5,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 995 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil7,8%
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil74,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil20,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2695,1%
2016Vereador, Montes Claros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
12 doadores pessoas físicas
partido 2% · pessoas 26% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 24 mil40,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil16,9%
  • Materiais impressosR$ 8 mil13,9%
  • PessoalR$ 6 mil9,2%
  • Outras 8 categoriasR$ 12 mil19,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 75% · pessoas 20% · empresas 4% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 120 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil24,3%
  • PessoalR$ 25 mil20,4%
  • Materiais impressosR$ 21 mil17,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 16 mil13,6%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil24,0%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · empresas 91% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 27 mil44,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil13,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 7 mil11,0%
  • Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 4 mil7,1%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil24,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Paulo Gustavo Dias Lopes (Paulo Lopes): candidaturas e votos · Radar do Voto