- Materiais impressosR$ 2 mil8,7%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil6,6%
- Locação de imóveisR$ 2801,6%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil83,2%
Lipa Xavier (Eurípedes Xavier Souto) disputou 8 eleições entre 1996 e 2012, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Montes Claros em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MG: 6.716 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por MG, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 250 de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com despesas postais (R$ 3 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês (R$ 2 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Euripedes Xavier Souto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lipa Xavier declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Minas Gerais em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 250 de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com despesas postais (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.