Sebastião Wellington Pimenta de Figueiredo

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Sebastião Wellington Pimenta de Figueiredo
6 eleições entre 1996 e 2010 · último partido PTC
53 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Médico
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Dr. Sebastião Pimenta (Sebastião Wellington Pimenta de Figueiredo) disputou 6 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual, vice-prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Montes Claros em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 20.951 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por MG, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 880 de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (31 doadores), R$ 850 de empresas e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 43 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil.

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Evolução da votação nas eleições

10.762 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Sebastião Wellington Pimenta de Figueiredo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 90 mil em receitas · R$ 90 mil em gastos contratados

Dr. Sebastião Pimenta declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, e deputado estadual por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 880 de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (31 doadores), R$ 850 de empresas e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 43 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Em 2006, R$ 26 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 90 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 90 milcontratados
Gastos em 2006R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90 mil
31 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 43% · empresas menos de 1% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 90 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 43 mil48,3%
  • Materiais impressosR$ 10 mil10,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil8,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil1,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 28 mil31,0%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 63% · empresas 19% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil29,9%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil25,5%
  • Materiais impressosR$ 6 mil23,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 4 mil15,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil5,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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