Dr. Silveira (Antônio Silveira de Sá) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Montes Claros em 2012, 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 12.322 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Montes Claros/MG, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), correspondências e despesas postais (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2012 (50% com cessão ou locação de veículos) e R$ 16 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.010 votos em 2016 · 7 eleições
A votação de Antonio Silveira de Sa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 18 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos contratados
Dr. Silveira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, e vereador em Montes Claros (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 3 mil). Em 2012, 50% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, R$ 16 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 18 milcontratados
Gastos em 2012R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9007,2%
Despesas postaisR$ 8676,9%
Outras 6 categoriasinclui R$ 720 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil32,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE1.543LMontes Claros, Minas Gerais · 38 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45645 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PFL
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA1.123LMontes Claros, Minas Gerais · 34 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45645 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.