Jairo

Foto de Jairo Ataide Vieira
Jairo
Jairo Ataide Vieira (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2016 · último partido DEM
72 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Odontólogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jairo (Jairo Ataíde Vieira) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Montes Claros em 2000 e 1996; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 73.194 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Montes Claros/MG, declarou R$ 283 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 149 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 283 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 81 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 63 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 60 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 321 mil em 2014 (53% com serviços de terceiros) e R$ 1,4 milhão em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

25.636 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Jairo Ataide Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 283 mil em receitas · R$ 283 mil em gastos contratados

Jairo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Montes Claros (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 283 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 149 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 283 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 81 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 63 mil). Em 2014, 53% dos R$ 321 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 49% dos R$ 1,4 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2016R$ 283 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 283 milcontratados
Gastos em 2014R$ 321 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Montes Claros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 283 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 46% · pessoas 1% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 283 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 81 mil28,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 63 mil22,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60 mil21,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 33 mil11,5%
  • Outras 7 categoriasR$ 47 mil16,5%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 321 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · empresas 6% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 321 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 170 mil52,9%
  • Materiais impressosR$ 54 mil16,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 29 mil9,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil7,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil13,5%
2012Prefeito, Montes Claros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 2% · empresas 7% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 663 mil48,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 445 mil32,6%
  • Materiais impressosR$ 180 mil13,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 38 mil2,8%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil2,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 529 mil
92 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 3% · empresas 43% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 529 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 205 mil38,8%
  • PessoalR$ 154 mil29,1%
  • Serviços de terceirosR$ 63 mil11,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 45 mil8,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 62 mil11,7%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 294 mil
205 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 47% · empresas 45% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 291 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 114 mil39,0%
  • Materiais impressosR$ 78 mil26,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 25 mil8,4%
  • Bens permanentesR$ 16 mil5,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 240 lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil20,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1994, 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892