Manoel Antonio Rodrigues Palma

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Manoel Antonio Rodrigues Palma
7 eleições entre 1982 e 2010 · último partido PR
67 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Rodrigues Palma (Manoel Antônio Rodrigues Palma) disputou 7 eleições entre 1982 e 2010, para 2º suplente senador, deputado federal, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: 2º suplente senador em 2010; deputado federal em 1994, 1990 e 1986; deputado estadual em 1982. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MT: 38.555 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por MT, declarou R$ 291 mil em receitas: R$ 69 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 112 mil de empresas e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 271 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil), baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês (R$ 69 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil).

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Evolução da votação nas eleições

38.555 votos em 2006 · 7 eleições

A votação de Manoel Antonio Rodrigues Palma em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 291 mil em receitas · R$ 271 mil em gastos contratados

Rodrigues Palma declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Mato Grosso em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 291 mil em receitas: R$ 69 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 112 mil de empresas e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 271 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil) e baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês (R$ 69 mil).

Receitas em 2006R$ 291 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 271 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 291 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 3% · empresas 38% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 271 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 85 mil31,4%
  • Serviços de terceirosR$ 21 mil7,7%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil1,7%
  • Outras 14 categoriasR$ 161 mil59,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1990, 1994 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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