Joanes Bosco

Foto de Joanes Bosco Januário
Joanes Bosco
Joanes Bosco Januário (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PP
71 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joanes Bosco (Joanes Bosco Januário) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Lagoa da Prata em 2024 e 2020; vereador de Lagoa da Prata em 2016, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Lagoa da Prata/MG: 1.310 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Lagoa da Prata/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 339 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 107). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 52% com publicidade por materiais impressos.

Vice-Prefeito · 2024
22.018
votos · Lagoa da Prata, Minas Gerais · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

972 votos em 2016 (eleito) · 7 eleições

A votação de Joanes Bosco Januário em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Joanes Bosco declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Lagoa da Prata (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 339 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Em 2008, 52% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Lagoa da Prata (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 2% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil53,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil41,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1072,5%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1002,4%
2008Vereador, Lagoa da Prata (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 84% · empresas 3% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil51,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1778,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 834,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 72835,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892