60 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ivonei (Ivonei Abade Brito) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Janaúba em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 38.568 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Janaúba/MG, declarou R$ 481 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 120 mil de outros recursos do partido, R$ 112 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 95 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 204 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 70 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 487 mil.
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Evolução da votação nas eleições
14.269 votos em 2012 · 5 eleições
A votação de Ivonei Abade Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 481 mil em receitas · R$ 204 mil em gastos contratados
Ivonei declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e prefeito em Janaúba (MG) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 481 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 120 mil de outros recursos do partido, R$ 112 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 95 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 204 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 70 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil). Em 2010, R$ 487 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 481 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 204 milcontratados
Gastos em 2010R$ 487 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 8% · pessoas 72% · empresas 19% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 487 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 194 mil39,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 65 mil13,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 54 mil11,2%
Serviços de terceirosR$ 38 mil7,9%
Outras 16 categoriasR$ 135 mil27,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.