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Torresmo (Carlos Roberto Pires) disputou 2 eleições entre 2000 e 2008, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Jacutinga/MG: 38 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Jacutinga/MG, declarou R$ 270 em receitas: R$ 170 de outras campanhas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 270, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 100).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Roberto Pires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Torresmo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Jacutinga (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 270 em receitas: R$ 170 de outras campanhas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 270, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 100).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Torresmo não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2008, para vereador em Jacutinga/MG, Torresmo teve 27 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2008 para vereador em Jacutinga/MG, Torresmo declarou R$ 270 em receitas: R$ 170 de outras campanhas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 270, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 100). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Torresmo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Jacutinga (MG) em 2008.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Torresmo foi em 2000, para vereador em Jacutinga (MG): 38 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Torresmo disputou 2 eleições, de 2000 a 2008: vereador em Jacutinga (MG) em 2000 e 2008. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Torresmo concorreu pelo PPS em 2000 e pelo PMN em 2008. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
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