Laudelino Augusto

Foto de Laudelino Augusto dos Santos Azevedo
Laudelino Augusto
Laudelino Augusto dos Santos Azevedo (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2010 · PT
56 anos em 2010 · Masculino · Superior incompleto
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Laudelino Augusto (Laudelino Augusto dos Santos Azevedo) disputou 6 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Itajubá em 2008; deputado estadual em 2002; vereador de Itajubá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MG: 40.429 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por MG, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com despesas postais (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 52 mil, 41% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

8.932 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Laudelino Augusto dos Santos Azevedo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 36 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos contratados

Laudelino Augusto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com despesas postais (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2006, 41% dos R$ 52 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 36 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 36 milcontratados
Gastos em 2006R$ 52 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 26% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 10 mil27,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil26,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil8,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil3,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 12 mil34,9%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 63 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 34% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil40,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil10,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil10,5%
  • Despesas postaisR$ 5 mil10,3%
  • Outras 14 categoriasR$ 14 mil27,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2002 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892