Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico (José Francisco Marques Ribeiro) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Itajubá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 41.110 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Itajubá/MG, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 439 de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 175 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 246 mil em 2012 e R$ 222 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
1.126 votos em 2016 (anulados) · 7 eleições
A votação de Jose Francisco Marques Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados
Chico declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, prefeito em Itajubá (MG) em 2008 e 2012, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Itajubá (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 439 de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 175 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, R$ 246 mil em gastos contratados; em 2010, 53% dos R$ 222 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 10 milcontratados
Gastos em 2012R$ 246 milcontratados, campanha encerrada
partido menos de 1% · pessoas 4% · empresas 76% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 365 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 243 mil66,5%
Materiais impressosR$ 48 mil13,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil6,3%
Locação/cessão de bens móveisR$ 8 mil2,2%
Outras 14 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil11,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO1.126LItajubá, Minas Gerais · 64 anos · Branca · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSD · nº 55007 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO18.630LItajubá, Minas Gerais · 44 anos · Superior completo · Engenheiro · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.