Chico

Foto de Jose Francisco Marques Ribeiro
Chico
Jose Francisco Marques Ribeiro (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSD
64 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico (José Francisco Marques Ribeiro) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Itajubá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 41.110 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Itajubá/MG, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 439 de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 175 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 246 mil em 2012 e R$ 222 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.126 votos em 2016 (anulados) · 7 eleições

A votação de Jose Francisco Marques Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalDep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Chico declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, prefeito em Itajubá (MG) em 2008 e 2012, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Itajubá (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 439 de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 175 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, R$ 246 mil em gastos contratados; em 2010, 53% dos R$ 222 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 10 milcontratados
Gastos em 2012R$ 246 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Itajubá (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 94% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil31,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil12,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 8308,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 3 mil28,9%
2012Prefeito, Itajubá (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 422 mil
25 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 38% · empresas 47%
Gasto contratado
R$ 246 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 52 mil21,2%
  • Materiais impressosR$ 52 mil21,0%
  • Serviços de terceirosR$ 49 mil20,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil11,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil26,7%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 222 mil
160 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 63% · empresas 25% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 222 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 119 mil53,3%
  • Materiais impressosR$ 23 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil5,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 7 mil3,0%
  • Outras 10 categoriasR$ 62 mil27,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Itajubá (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 281 mil
83 doadores pessoas físicas
pessoas 22% · empresas 75% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 281 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 69 mil24,6%
  • PessoalR$ 61 mil21,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 32 mil11,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 24 mil8,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 95 mil33,8%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 365 mil
5 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 4% · empresas 76% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 365 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 243 mil66,5%
  • Materiais impressosR$ 48 mil13,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil6,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 8 mil2,2%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil11,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892