Chiquinho Lobo

Foto de Francisco Marcos Rosa
Chiquinho Lobo
Francisco Marcos Rosa (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PT do B
44 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Vigilante
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chiquinho Lobo (Francisco Marcos Rosa) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Itabira/MG: 759 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Itabira/MG, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 971 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 500). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 46% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

335 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de Francisco Marcos Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 6 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Chiquinho Lobo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itabira (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 971 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2008, 46% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2012R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Itabira (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 5% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil51,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil33,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 50011,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1683,8%
2008Vereador, Itabira (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 26% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil46,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil34,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil14,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1972,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 1872,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892