Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Reinaldo Cézar (Reinaldo Cézar do Carmo) disputou 3 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Imbé de Minas em 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Imbé de Minas/MG: 1.971 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Imbé de Minas/MG, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 120) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 54).
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Evolução da votação nas eleições
1.921 votos em 2004 · 3 eleições
A votação de Reinaldo Cézar do Carmo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 26 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos contratados
Reinaldo Cézar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Imbé de Minas (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 120).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1200,5%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 540,2%
Materiais de expedienteR$ 3menos de 0,1%
Outras 2 categoriasinclui R$ 121 lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil82,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2008—LImbé de Minas, Minas Gerais · 46 anos · Ensino médio incompleto · Produtor Agropecuário · DEM · nº 25 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.