- Materiais impressosR$ 327 mil18,8%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 295 mil17,0%
- Serviços de terceirosR$ 249 mil14,3%
- PessoalR$ 172 mil9,9%
- Outras 18 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 695 mil40,0%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Toninho Pinheiro (Antônio Pinheiro Júnior) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014 e 2010; prefeito de Ibirité em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 179.649 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 56,1 milhões empenhados em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 88 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em Ibirité/MG, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 966 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 121 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 202 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 327 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 295 mil) e serviços de terceiros (R$ 249 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,4 milhões em 2014 e R$ 2,1 milhões em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antônio Pinheiro Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Toninho Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2010 e 2014, e prefeito em Ibirité (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 966 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 121 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 202 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 327 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 295 mil). Em 2014, R$ 4,4 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 2,1 milhões em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Toninho Pinheiro teve R$ 56,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 88 municípios. Já foram pagos R$ 53,3 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Ibirité, Belo Horizonte e Novo Cruzeiro.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,2 milhões | R$ 14,8 milhões | 98% | 7 | 24 |
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 13,8 milhões | 94% | 6 | 38 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,8 milhões | 94% | 4 | 24 |
| 2016 | R$ 13,6 milhões | R$ 12,5 milhões | 92% | 4 | 31 |
| Total | R$ 56,1 milhões | R$ 53 milhões | 94% | 21 | 88 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.