Toninho Pinheiro

Foto de Antônio Pinheiro Júnior
Toninho Pinheiro
Antônio Pinheiro Júnior (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PP
60 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Comerciante
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Toninho Pinheiro (Antônio Pinheiro Júnior) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014 e 2010; prefeito de Ibirité em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 179.649 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 56,1 milhões empenhados em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 88 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em Ibirité/MG, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 966 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 121 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 202 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 327 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 295 mil) e serviços de terceiros (R$ 249 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,4 milhões em 2014 e R$ 2,1 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

35.142 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Antônio Pinheiro Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,7 milhão em gastos contratados

Toninho Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2010 e 2014, e prefeito em Ibirité (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 966 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 121 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 202 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 327 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 295 mil). Em 2014, R$ 4,4 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 2,1 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,7 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 4,4 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Ibirité (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
11 doadores pessoas físicas
FEFC 61% · Fundo Partidário 13% · partido 6% · pessoas 8% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
pago: R$ 1,5 milhão (89%)
  • Materiais impressosR$ 327 mil18,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 295 mil17,0%
  • Serviços de terceirosR$ 249 mil14,3%
  • PessoalR$ 172 mil9,9%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 695 mil40,0%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4,4 milhões
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 22% · pessoas 2% · empresas 71% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 4,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1,2 milhão28,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 865 mil19,8%
  • PessoalR$ 663 mil15,2%
  • Materiais impressosR$ 607 mil13,9%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 29 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 989 mil22,7%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
342 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 6% · empresas 25% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 686 mil31,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 628 mil29,2%
  • Materiais impressosR$ 185 mil8,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 86 mil4,0%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 46 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 90 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 563 mil26,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 56,1 milhões empenhados · 95% pago · 21 emendas em 88 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Toninho Pinheiro teve R$ 56,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 88 municípios. Já foram pagos R$ 53,3 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Ibirité, Belo Horizonte e Novo Cruzeiro.2

EmpenhadoR$ 56,1 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 53,3 milhões95% do empenhado, com restos a pagar
Emendas21individuais
Municípios88diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,2 milhõesR$ 14,8 milhões98%724
2018R$ 14,8 milhõesR$ 13,8 milhões94%638
2017R$ 12,5 milhõesR$ 11,8 milhões94%424
2016R$ 13,6 milhõesR$ 12,5 milhões92%431
TotalR$ 56,1 milhõesR$ 53 milhões94%2188

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 28,5 milhões50,7%
  2. 2UrbanismoR$ 21,7 milhões38,6%
  3. 3AgriculturaR$ 3,5 milhões6,2%

Municípios que mais receberam

  1. 1IbiritéR$ 1,9 milhão3,3%
  2. 2Belo HorizonteR$ 1,2 milhão2,2%
  3. 3Novo CruzeiroR$ 1,2 milhão2,2%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Antônio Pinheiro Júnior (Toninho Pinheiro): candidaturas e votos · Radar do Voto