Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Mattos (Paulo Augusto Pinto de Mattos) disputou 4 eleições entre 1994 e 2008, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Contagem/MG: 117.693 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Contagem/MG, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 556 de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 63 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil), pessoal (R$ 25 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil).
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Evolução da votação nas eleições
9.351 votos em 2008 · 4 eleições
A votação de Paulo Augusto Pinto de Mattos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 121 mil em receitas · R$ 121 mil em gastos contratados
Paulo Mattos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Contagem (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 556 de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 63 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e pessoal (R$ 25 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 23% · empresas 52% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 121 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 29 mil24,1%
PessoalR$ 25 mil20,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil16,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil11,2%
Outras 8 categoriasinclui R$ 674 lançados como "diversas a especificar" e R$ 28 doados a outros candidatos e partidosR$ 33 mil27,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE13.658GMG · 28 anos · Superior completo · Advogado · PL · nº 22204 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.