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Escadinha (Oswaldo Botelho Filho) disputou 3 eleições entre 1996 e 2012, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Congonhas/MG: 266 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Congonhas/MG, declarou R$ 910 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 910, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 458) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 452).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Oswaldo Botelho Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Escadinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Congonhas (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 910 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 910, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 458) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 452).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Escadinha não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2012, para vereador em Congonhas/MG, Escadinha teve 100 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2012 para vereador em Congonhas/MG, Escadinha declarou R$ 910 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 910, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 458) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 452). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Escadinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Congonhas (MG) em 2012.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Escadinha foi em 2000, para vereador em Congonhas (MG): 266 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Escadinha disputou 3 eleições, de 1996 a 2012: vereador em Congonhas (MG) em 1996, 2000 e 2012. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Escadinha concorreu pelo PL em 1996 e pelo PMDB em 2000 e 2012. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto