- Materiais impressosR$ 64493,6%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 446,4%
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Divino Sabará disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Congonhas em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MG: 5.363 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Congonhas/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 700 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 688, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 644) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 44). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2016 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 14 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Divino Sabará em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 96,14% da votação desta candidatura (5.363 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Divino Sabará declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Congonhas (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 700 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 688, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 644) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 44). Em 2016, 52% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 14 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Divino Sabará foi eleito 1 vez: vereador de Congonhas em 1996. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2020, para vereador em Congonhas/MG, Divino Sabará teve 386 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para vereador em Congonhas/MG, Divino Sabará declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 700 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 688, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 644) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 44). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Divino Sabará declarou ao TSE gastos de R$ 688 na campanha de 2020 a vereador em Congonhas/MG (tudo pago), R$ 4 mil na campanha de 2016 a vereador em Congonhas/MG (gasto contratado declarado) e R$ 14 mil na campanha de 2012 a vereador em Congonhas/MG (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Divino Sabará declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Congonhas (MG) em 2012, 2016 e 2020.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Divino Sabará foi em 2002, para deputado estadual por Minas Gerais: 5.363 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Divino Sabará disputou 7 eleições, de 1996 a 2020: vereador em Congonhas (MG) em 1996, 2000, 2004, 2012, 2016 e 2020; deputado estadual por Minas Gerais em 2002. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Divino Sabará concorreu pelo PT em 1996, 2000, 2002, 2004, 2012, 2016 e 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Divino Sabará foi o 259º mais votado entre os candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2002, com 5.363 votos, 0,06% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2002 a maior votação de Divino Sabará para deputado estadual foi em Congonhas (MG): 4.369 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto