Antônio Nazaré Santana Melo

Foto de Antônio Nazaré Santana Melo
Antônio Nazaré Santana Melo
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSD
63 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Produtor Agropecuário
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Nazaré (Antônio Nazaré Santana Melo) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cabeceira Grande em 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Cabeceira Grande/MG: 2.135 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cabeceira Grande/MG, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas e R$ 784 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e comícios (R$ 900). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 28 mil, 45% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.322 votos em 2008 (eleito) · 5 eleições

A votação de Antônio Nazaré Santana Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados

Nazaré declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cabeceira Grande (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas e R$ 784 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2008, 45% dos R$ 28 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados
Gastos em 2008R$ 28 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Cabeceira Grande (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
pessoas 93% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil61,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil22,8%
  • ComíciosR$ 9008,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 720,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 700 lançados como "diversas a especificar"R$ 7006,5%
2008Prefeito, Cabeceira Grande (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 43% · empresas 39% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil45,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil27,7%
  • PessoalR$ 3 mil9,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil9,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil8,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Antônio Nazaré Santana Melo (Nazaré): candidaturas e votos · Radar do Voto