- Materiais impressosR$ 24 mil51,6%
- Serviços de terceirosR$ 9 mil19,1%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 25 lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil29,2%
Índio (Valdir Antero Vieira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2008, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 14.406 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), serviços de terceiros (R$ 9 mil) e despesas postais (R$ 8 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 62 mil, 46% com pessoal.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Valdir Antero Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Índio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil). Em 2006, 46% dos R$ 62 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.