Antonio Marcos Pereira

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Antonio Marcos Pereira
3 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PTC
55 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Civil Aposentado
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Toninho Pipoco (Antônio Marcos Pereira) disputou 3 eleições entre 2000 e 2012, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 5.614 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 369 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), correspondências e despesas postais (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 18 mil, 92% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.890 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Antonio Marcos Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 33 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos contratados

Toninho Pipoco declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 369 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 9 mil). Em 2006, 92% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2012R$ 33 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 31 milcontratados
Gastos em 2006R$ 18 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 40% · empresas 15% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil38,6%
  • Materiais impressosR$ 4 mil12,4%
  • Serviços de terceirosR$ 2800,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 15 mil48,1%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
pessoas 28% · empresas 56% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil91,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil8,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Antonio Marcos Pereira (Toninho Pipoco): candidaturas e votos · Radar do Voto