Rita Magda Torres Pereira

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Rita Magda Torres Pereira
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
59 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Dona de Casa
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Rita Torres (Rita Magda Torres Pereira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputada estadual por MG: 380 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas e R$ 28 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 42). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2018 (98% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

121 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Rita Magda Torres Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Rita Torres declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Minas Gerais em 2010 e 2018, e vereadora em Belo Horizonte (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas e R$ 28 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 42). Em 2018, 98% dos R$ 10 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2010, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32010, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 2 mil97,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 422,1%
2018Deputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
doações de pessoas
FEFC 53% · Fundo Partidário 21% · pessoas 26%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil97,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 2372,4%
2010Deputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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