Paulo Jorge dos Santos

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Paulo Jorge dos Santos
3 eleições entre 2000 e 2016 · PT
54 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor e Instrutor de Formação Profissional
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Prof. Paulo Santos (Paulo Jorge dos Santos) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 744 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 11 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 6 mil), baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e pessoal (R$ 1 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

117 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Paulo Jorge dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados

Prof. Paulo Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 11 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 6 mil) e baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Em 2010, 100% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados
Gastos em 2010R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 6 mil54,6%
  • PessoalR$ 1 mil12,7%
  • Materiais impressosR$ 2702,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil30,2%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Paulo Jorge dos Santos (Prof. Paulo Santos): candidaturas e votos · Radar do Voto