Preto (Wagner Messias Silva) disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2020, 2016, 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MG: 16.576 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 518 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 134 mil de outras campanhas, R$ 68 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 510 mil, principalmente com pessoal (R$ 406 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 79 mil em 2020 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 143 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
5.599 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de Wagner Messias Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 518 mil em receitas · R$ 510 mil em gastos
Preto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 518 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 134 mil de outras campanhas, R$ 68 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 510 mil, principalmente com pessoal (R$ 406 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 17 mil). Em 2020, 44% dos R$ 79 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 143 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 518 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 510 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 79 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 1% · pessoas 25% · empresas 54% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 178 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 104 mil58,5%
Materiais impressosR$ 15 mil8,5%
Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil33,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.