Neusinha Santos (Neusa Aparecida dos Santos) disputou 9 eleições entre 1994 e 2016, para vereadora, deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Belo Horizonte em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por MG: 32.134 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 11 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e pessoal (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 151 mil em 2012 e R$ 374 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
1.155 votos em 2016 · 9 eleições
A votação de Neusa Aparecida dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados
Neusinha Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Minas Gerais em 2006, vereadora em Belo Horizonte (MG) em 2008, 2012 e 2016, e deputada federal por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2012, R$ 151 mil em gastos contratados; em 2010, 45% dos R$ 374 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 32 milcontratados
Gastos em 2012R$ 151 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 53% · empresas 25% · próprios 10% · outras 8%
Gasto contratado
R$ 148 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 54 mil36,3%
Outras 13 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 94 mil63,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO9.363LBelo Horizonte, Minas Gerais · 43 anos · Superior completo · Servidor Publico Municipal · PT · nº 13135 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE4.173LBelo Horizonte, Minas Gerais · 39 anos · Superior completo · Psicologo · PT · nº 13654 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE7.282GMG · 37 anos · Superior completo · Professor · PT · nº 13133 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.