Nelson Furtado Evangelista Filho

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Nelson Furtado Evangelista Filho
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PTN
69 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Publicitário
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Nelson do Espigao (Nelson Furtado Evangelista Filho) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Belo Horizonte/MG: 1.462 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 5 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 731). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 31 mil em 2014 (43% com publicidade por materiais impressos) e R$ 3 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

746 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Nelson Furtado Evangelista Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Nelson do Espigao declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil). Em 2014, 43% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 41% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2014R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil49,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil50,1%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil42,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 18 mil57,1%
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil35,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil64,3%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 83% · empresas 9% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885